A vacina contra o vírus influenza (gripe) tem demonstrado ser a arma mais eficaz no controle da doença e na redução de casos graves e mortalidade associada à infecção, especialmente em indivíduos considerados como de maior risco, como por exemplo, os extremos das idades (crianças abaixo de cinco anos e adultos com mais de 60 anos), e portadores de doenças crônicas, como diabetes, cardiopatias, doenças pulmonares, renais, transplantados e outros.
Como o vírus é mutante, isto é, sofre alterações em sua estrutura, consegue “enganar” o nosso sistema imune e causar epidemias anuais.
A vacina é confeccionada anualmente segundo a expectativa do tipo de vírus que circulará no inverno seguinte, devendo ser aplicada sempre antes da estação de circulação do vírus, que é no inverno.
Crianças menores de três anos devem ser vacinadas com a formulação infantil, que contém metade da doses adulta. No primeiro ano que menores de nove anos são vacinados deve se administrar duas doses com intervalo de um mês entre elas.
A vacina é segura e eficaz, e deve-se ter em mente que a proteção é conferida cerca de um mês após a aplicação, e que a efetividade é contra a gripe, e não contra resfriados ou outras doenças respiratórias.
Por ser confeccionada com fragmentos de vírus mortos é incapaz de causar doenças ou levar a efeitos colaterais como coriza, tosse e doença respiratória. Febre baixa e dor no local da aplicação podem ocorrer.
A Vacina é segura e eficaz, praticamente sem efeitos colaterais. Dor local, indisposição e febre baixa podem ocorrer em cerca de 5% dos indivíduos vacinados, leves e de curta duração.
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